Ficha Técnica

Patrick Sampaio - Fundador e Diretor Artístico

Artista com trabalhos em teatro, dança, música, intervenção urbana, audiovisual e desenho de processos em rede. É idealizador do BRECHA, estrutura de pesquisa e criação em que atua como diretor artístico, dramaturgo, ator e produtor. No núcleo é responsável pela coordenação do BRECHA LAB, atuou em “COUVE-FLOR” (em parceria com MÍÚDA e ROSYANE TROTTA); realizou a dramaturgia e direção da peça “ANTICORPOS” (que itinerou por 6 estados, estreando no Rio em 2013, no Espaço Sesc); colaborou com Dani Lima e Paola Barreto em “Coreografia para Prédios, Pedestres e Pombos”(Oi Futuro, 2011); atuou no espetáculo “Os Inocentes” (prêmio Funarte Myriam Muniz, Espaço Sesc 2010, Oi Brasília e Glauce Rocha 2011) com direção de César Augusto; idealizou e dirigiu artisticamente os festivais “JUNTO: Práticas de Proximidade” e “BR-040: Práticas de Proximidade (Editais Funarte de Ocupações 2011 e 2014, RJ e DF); criou e dirigiu as intervenções urbanas “Contragolpe” (Lgo. da Carioca, 2016) e “Desacelere” (Av. Rio Branco, 2009), colaborando também na criação das outras interferências do núcleo em espaços públicos do Rio e de São Paulo. Fora do Brecha dirigiu desfiles para o Fashion Rio, coreografou apresentações de grandes eventos esportivos, realizou palestras sobre relações entre arte, política e cidade à convite da Funarte, de festivais de dança e movimentos sociais. Foi Conselheiro Municipal de Cultura do Rio de Janeiro no biênio 2013/2014.

Ignacio Aldunate - Ator, pesquisador e facilitador assistente no Brecha Lab

Ignacio Aldunate é mestre em Artes Cênicas pela Unirio, ator, performer, diretor e professor de teatro. Colaborou em espetáculos de Eduardo Wotzik, Esther Weitzman, Coletivo Improviso e da Companhia Foguetes Maravilha, de Felipe Rocha e Alex Cassal. Desde 2006, trabalha com o coreógrafo Gustavo Ciríaco nos espetáculos Still – Sob o estado das coisas (2007), Nada.Vamos ver (2008), Eles Vão Ver (2010), Sala de Maravilhas e Onde o Horizonte Se Move (2013). Codirigiu o curta Segunda no Parque, 2º lugar do Festival Rio Criativo e selecionado pela mostra oficial do Los Angeles Brazilian Film Festival, 2010. Participou de festivais na Colômbia, Espanha, Argentina, Portugal, Cuba, Alemanha e em vários estados brasileiros. Trabalha como ator em curtas e em longas-metragens – sendo o mais recente o filme “Tim Maia” – e também em televisão. Desde 2013 colabora como pesquisador e facilitador assistente no Brecha Lab. Na estrutura, assina também co-criação e performance em Coreografia de Enchente.

Luisa Bruno - Atriz, pesquisadora e facilitadora assistente no Brecha Lab

Luisa Bruno, atriz, nasceu em Belo Horizonte e estudou com o Grupo Galpão, no Palácio das Artes e na Faculdade de Teatro da UFMG. Mudou-se para o Rio, se formou na Cal e na Escola de Atores Wolf Maia. Estudou dança na escola Angel Vianna e na Escola do Grupo Corpo, preparação vocal com o Doutor Ernani Maletta, circo na escola Espaço, interpretação para cinema com o preparador de elenco Sergio Penna e com a preparadora Maria Psomas. Esteve em cartaz com a peça Tragédia Brasileira com direção de Nuno Gil, com a peça No Dia Em Que O Matariam com direção de Thierry Tremouroux e O Tempo e os Conways com direção de Vera Fajardo. Participou do curta metragem Você me ama hoje? Da serie Keep Your Eyes Open.

Colaboradores - Lisa Eiras Fávero

Lisa Eiras Fávero é atriz, preparadora de elenco e diretora. Participou da fundação do Brecha e de projetos como Os Inocentes (como idealizadora e atriz), Paralelamente (como idealizadora e diretora), de intervenções urbanas realizadas pelo núcleo, das ocupações “JUNTO: Práticas de Proximidade” (Rio de Janeiro) e “BR-040: Práticas de Proximidade” (Brasília), além de ser a maior responsável pela criação do Brecha Lab (história que a gente só conta ao vivo). Desde 2012 integra a Armazém Cia de Teatro, atuando em peças como Alice Através do Espelho, A Marca da Água, Toda Nudez Será Castigada, O Dia Em que Sam Morreu, além de assinar assistência de direção em Inútil A Chuva. Como diretora assistente trabalhou com Ivan Sugahara em Preciso Andar e em Tarja Preta, e com Bel Garcia em Inbox.

Colaboradores - Rodrigo Lopes

Lopes é dos que encaram a atividade cultural em sua interdisciplinaridade e, mesmo com desaparecimentos eventuais, participou de algum modo da maioria dos projetos do núcleo. Não diz que é técnico, produtor, artista ou algo assim, talvez porque somente consiga ser cada uma dessas coisas sendo todas as outras. Concluiu uma curiosa graduação em Direito, mergulhou nas artes gráficas e visuais, produziu espetáculos, co-criou intervenções urbanas e projetos de ocupação do núcleo. Sua atuação dentro e fora da estrutura incluem ainda direção e produção técnica, criação e atuação em performances e intervenções urbanas e literárias, montagem de exposições, elaboração de projetos, fomento de redes e provocação de caraminholas. Gosta de marcar reuniões no bar, onde as parcerias podem acontecer e se desdobrar sem filtro.

Colaboradores - Eduardo Cravo

Eduardo Cravo é ator e produtor, graduado em comunicação e artes cênicas. Participou do Brecha Lab entre 2009 e 2012, co-criou os espetáculos O Que Você Gostaria Que Ficasse e Anticorpos, produziu o projeto de ocupação no núcleo em Brasília (BR-040: Práticas de Proximidade) e participou de intervenções urbanas criadas a partir dos laboratórios. É bicho de palco, de vez em quando trampa em publicidade e tem conseguido alguns trabalhos na tela grande, pela qual diz estar apaixonado. Niteroiense de nascimento, arrisca versos em rodas de repente e funk pelo bairro onde mora e é pintor oficial da rua em que cresceu nos anos de copa do mundo (mesmo crítico à CBF e à FIFA – argh!).

Pesquisadora no Brecha Lab e artista residente - Joana Kannenberg

Joana Kannenberg formou-se em Teatro na UFRGS (Rio Grande do Sul) em 2014. Atuou em A Cadeia Alimentar (vencedora de quatro categorias do Prêmio Açorianos – Revelação), A mulher de antes (2013), Aguardemos pelo devir (2013) e A coisa no mar (2014), peça realizada através do Edital Novos diretores do Instituto Goethe e também vencedora em uma categoria do Prêmio Açorianos. No audiovisual atuou em curta-metragens como Cheia de Estrelas (2015), O roteiro (2014) – prêmio de melhor filme internacional do Festival de Cine Al Carrete (Colômbia) e seleção oficial do Le Festival du Film Lusophone et Francophone de Montpellier, na França. Atuou no piloto da série Necrópoles, selecionado para mostra competitiva do Festival Internacional de Televisão e pela chamada pública do Canal Prime Box Brasil. Desde 2015 reside no Rio de Janeiro, tendo experiências formativas com Hugo Moss (Michael Chekhov Brasil), Amir Haddad (Tá na Rua) e José Eduardo Belmonte. No mesmo ano passa a pesquisar relações entre a atuação e a dramaturgia no Brecha Lab e participa de duas oficinas relacionadas ao tema: “Dramaturgia, cena e performance” com Diogo Liberano e “Oficina Prática de Dramaturgia”, com Renata Mizrahi.

Pesquisadora no Brecha Lab e artista residente - Natasha Sierra

Natasha Sierra nasceu no Rio de Janeiro, iniciou estudos em teatro aos 14 anos no Tablado, formou-se em Artes Cênicas pela CAL e em Comunicação Social pela UFRJ. Participou de residências artísticas e curtas-metragens, atuou em dezenas de filmes publicitários e em produções para a TV como “O Divã” (Globo, 2011), “Malhação” (Globo, 2011) e “Máscaras” (Record, 2012). Foi finalista do “Concurso de Talentos Malhação” (Globo, 2012). Protagonizou a websérie “A lei de Murphy” (Globo, 2014) e estreou no cinema no filme “#Garotas”, de 2015. É idealizadora, roteirista e atriz da série “3×4 – Se Eu Não Fosse Eu”, além de integrar, desde 2016, o grupo de pesquisadores e artistas residentes do Brecha Lab, com o qual desenvolve o projeto “Casa ao Lado”.

Pesquisadora no Brecha Lab e artista residente - Virgínia Martins

Formada em psicologia pela PUC-Rio e com mais de 10 anos de trabalho em teatro em Salvador e no Rio de Janeiro, trabalha como atriz, apresentadora e coordenadora pedagógica em projetos que unem as artes cênicas aos contextos da saúde e de projetos sociais. Atua em “As Aventuras dos Quimionautas no Planeta Terra” em diversos hospitais do Rio de Janeiro tendo como público crianças com câncer e é colaboradora do projeto internacional Brave Kids, festival multicultural e artístico realizado na Polônia, coordenando um grupo formado por crianças da comunidade Pavão Pavãozinho. Participou de produções nos principais canais de TV aberta e à cabo e em curta-metragens como “Sitiados”, produzido por Cavi Borges, ao lado de Milhem Cortáz e Babu Santana. Atuou ainda em As Belas Adormecidas com roteiro de Eduardo Nunes e Daniel Tendler e direção de José Luís Jr. Entre 2009 e 2015 colaborou com a Artesanal Cia de Teatro em pesquisas de linguagem relacionadas à infância e juventude.  Desde 2013 participa dos ciclos de pesquisa do Brecha Lab.

Parceiros - Daniel Ávila

Daniel Ávila é ator, dublador, professor e pós-graduado em cinema pela ECTV (Cuba). Atua no teatro, na TV e em dublagem há mais de vinte anos. No cinema realizou filmes de curta duração como diretor, fotógrafo e editor, trabalhando como ator tanto em curtas quanto em longas-metragens. É ator do grupo TÁ NA RUA, liderado por Amir Haddad, e professor de teatro na escola CENA. Realiza dublagens em todas as casas do setor no Rio de Janeiro. Desde 2014, participa de modo intermitente dos ciclos de prática e pesquisa do Brecha Lab, colaborando eventualmente em experimentos propostos pelo núcleo ou nos quais a estrutura se envolve.

Contatos

Telefones

+55 (21) 9-9986-4194_ patrick sampaio

Email

contato@brecha.com.br

Redes Sociais

facebook.com/doBrecha
intagram.com/brechagram
vimeo.com/doBrecha
twitter.com/doBrecha

Skype

patricksampaio.brecha