Ficha Técnica

Patrick Sampaio - Fundador e Diretor Artístico

Ator, roteirista e diretor com trabalhos em audiovisual, teatro, dança, música, intervenções urbanas e desenho de processos em rede. É idealizador do BRECHA, estrutura de pesquisa e criação em que atua como diretor artístico, dramaturgo, ator, produtor, professor e curador de experiências educacionais. No núcleo é responsável pela coordenação do BRECHA LABô, escreveu e dirigiu, a convite do Festival Internacional Panorama 2017, o espetáculo “CULTO à liberdade (ou novas estratégias contra o extermínio)”, apresentado em novembro no Circo Voador (Lapa, RJ), criou e atuou em “Coreografia de Enchente” (CaZéBre e Teatro Cândido Mendes, RJ e Galpão Cine-Horto, MG/ 2015 e 2016), atuou em “Couve-flor” (em parceria com MÍÚDA e ROSYANE TROTTA, diversos teatros do Rio e de Brasília/ 2014); realizou a dramaturgia e direção da peça “ANTICORPOS” (que itinerou por 6 estados, estreando no Rio em 2013, no Espaço Sesc); colaborou com Dani Lima e Paola Barreto em “Coreografia para Prédios, Pedestres e Pombos”(Oi Futuro/ 2011); atuou no espetáculo “Os Inocentes” (prêmio Funarte Myriam Muniz, Espaço Sesc/ 2010, Oi Brasília e Glauce Rocha/ 2011) com direção de César Augusto; idealizou e dirigiu artisticamente os festivais “JUNTO: Práticas de Proximidade” e “BR-040: Práticas de Proximidade (Editais Funarte de Ocupações 2011 e 2014, RJ e DF); criou e dirigiu as intervenções urbanas “Contragolpe” (Lgo. da Carioca/ 2016), “#LerMoveOMundo (MAM-Rio/ 2015),”Nova Higienópolis” (Festival Baixo Centro 2012, SP), “Nova Copacabana” (Av. Rio Branco, RJ/ 2011), “Desacelere” (Av. Rio Branco/ 2009), colaborando também na criação de outras performances do núcleo em espaços públicos do Rio, de São Paulo e Brasilia. Fora do Brecha, atualmente é roteirista na Rede Globo, dirigiu desfiles para o Fashion Rio, coreografou, escreveu e dirigiu apresentações para o Fifa Football for Hope/2014 e para as Cerimônias de Boas Vindas Olímpicas e Paralímpicas/ 2016, realizou palestras sobre relações entre arte, política e cidade à convite da FUNARTE, de festivais de dança e do Dia Mundial da Filosofia (IFCS e UNESCO, 2010). Foi Conselheiro Municipal de Cultura do Rio de Janeiro no biênio 2013/2014. Como ator, atuou em “A Memória Que Me Contam”, longa de Lucia Murat, vencedor do FIPRESCI de melhor filme no Festival Internacional de Moscou em 2013, filme que representou em viagens a festivais na Argentina, no Chile e apresentado recentemente no MoMA (NY). Participou também de filmes como “O Animal Amarelo”, de Felipe Bragança, de “Do Começo Ao Fim”, de Aluizio Abranches e em curtas-metragens universitários. Na TV integrou o elenco de produções do Multishow como “Só Garotas” (com direção de Maria Flor) e “Os Gozadores”, e da Rede Globo, entre elas “A Força do Querer”, “Os Dias Eram Assim”, “Malhação” e “Caminhos das Indias”. Entre os trabalhos como ator em teatro fora do Brecha, destacam-se “O Bem Amado” com Marco Nanini e dramaturgia de Guel Arraes (Teatro das Artes, RJ, 2007); “Kuss im Rinnstein”, da diretora alemã Lilli H. Hoepner (2006); além de colaborar com Enrique Diaz e Cristina Moura em OTRO (espetáculo apresentado em festivais no Japão, Alemanha, Áustria, Bélgica, França, Holanda, Itália e Suíça). Atuou também em “A Conferência dos Pássaros” (Oi Futuro, RJ/2014). Em dança, co-criou e dançou o duo de dança contemporânea e action painting “Cor-ações” (rede de teatros do Sesc Rio, 2009) e o espetáculo acrobático “Dream Catchers”, da diretora sérvia Jadranka Andjelic (Teatro Cacilda Becker e Sescs, 2010).

Luisa Bruno - Atriz-pesquisadora e assistente de direção

Luisa Bruno, atriz, nasceu em Belo Horizonte e estudou com o Grupo Galpão, no Palácio das Artes e na Faculdade de Teatro da UFMG. Mudou-se para o Rio, se formou na Cal e na Escola de Atores Wolf Maia. Estudou dança na escola Angel Vianna e na Escola do Grupo Corpo, preparação vocal com o Doutor Ernani Maletta, circo na escola Espaço, interpretação para cinema com o preparador de elenco Sergio Penna e com a preparadora Maria Psomas. Esteve em cartaz com a peça Tragédia Brasileira com direção de Nuno Gil, com a peça No Dia Em Que O Matariam com direção de Thierry Tremouroux e O Tempo e os Conways com direção de Vera Fajardo. Participou do curta metragem Você me ama hoje? Da serie Keep Your Eyes Open.

Ignacio Aldunate - Ator-pesquisador

Ignacio Aldunate é mestre em Artes Cênicas pela Unirio, ator, performer, diretor e professor de teatro. Colaborou em espetáculos de Eduardo Wotzik, Esther Weitzman, Coletivo Improviso e da Companhia Foguetes Maravilha, de Felipe Rocha e Alex Cassal. Desde 2006, trabalha com o coreógrafo Gustavo Ciríaco nos espetáculos Still – Sob o estado das coisas (2007), Nada.Vamos ver (2008), Eles Vão Ver (2010), Sala de Maravilhas e Onde o Horizonte Se Move (2013). Codirigiu o curta Segunda no Parque, 2º lugar do Festival Rio Criativo e selecionado pela mostra oficial do Los Angeles Brazilian Film Festival, 2010. Participou de festivais na Colômbia, Espanha, Argentina, Portugal, Cuba, Alemanha e em vários estados brasileiros. Trabalha como ator em curtas e em longas-metragens – sendo o mais recente o filme “Tim Maia” – e também em televisão. Desde 2013 colabora como pesquisador e facilitador assistente no Brecha Lab. Na estrutura, assina também co-criação e performance em Coreografia de Enchente.

Pesquisadora no LABô e artista residente - Joana Kannenberg

Joana Kannenberg formou-se em Teatro na UFRGS (Rio Grande do Sul) em 2014. Atuou em A Cadeia Alimentar (vencedora de quatro categorias do Prêmio Açorianos – Revelação), A mulher de antes (2013), Aguardemos pelo devir (2013) e A coisa no mar (2014), peça realizada através do Edital Novos diretores do Instituto Goethe e também vencedora em uma categoria do Prêmio Açorianos. No audiovisual atuou em curta-metragens como Cheia de Estrelas (2015), O roteiro (2014) – prêmio de melhor filme internacional do Festival de Cine Al Carrete (Colômbia) e seleção oficial do Le Festival du Film Lusophone et Francophone de Montpellier, na França. Atuou no piloto da série Necrópoles, selecionado para mostra competitiva do Festival Internacional de Televisão e pela chamada pública do Canal Prime Box Brasil. Desde 2015 reside no Rio de Janeiro, tendo experiências formativas com Hugo Moss (Michael Chekhov Brasil), Amir Haddad (Tá na Rua) e José Eduardo Belmonte. No mesmo ano passa a pesquisar relações entre a atuação e a dramaturgia no Brecha Lab e participa de duas oficinas relacionadas ao tema: “Dramaturgia, cena e performance” com Diogo Liberano e “Oficina Prática de Dramaturgia”, com Renata Mizrahi.

Colaboradores - Lisa Eiras Fávero

Lisa Eiras Fávero é atriz, preparadora de elenco e diretora. Participou da fundação do Brecha e de projetos como Os Inocentes (como idealizadora e atriz), Paralelamente (como idealizadora e diretora), de intervenções urbanas realizadas pelo núcleo, das ocupações “JUNTO: Práticas de Proximidade” (Rio de Janeiro) e “BR-040: Práticas de Proximidade” (Brasília), além de ser a maior responsável pela criação do Brecha Lab (história que a gente só conta ao vivo). Desde 2012 integra a Armazém Cia de Teatro, atuando em peças como Alice Através do Espelho, A Marca da Água, Toda Nudez Será Castigada, O Dia Em que Sam Morreu, além de assinar assistência de direção em Inútil A Chuva. Como diretora assistente trabalhou com Ivan Sugahara em Preciso Andar e em Tarja Preta, e com Bel Garcia em Inbox.

Colaboradores - Rodrigo Lopes

Lopes é dos que encaram a atividade cultural em sua interdisciplinaridade e, mesmo com desaparecimentos eventuais, participou de algum modo da maioria dos projetos do núcleo. Não diz que é técnico, produtor, artista ou algo assim, talvez porque somente consiga ser cada uma dessas coisas sendo todas as outras. Concluiu uma curiosa graduação em Direito, mergulhou nas artes gráficas e visuais, produziu espetáculos, co-criou intervenções urbanas e projetos de ocupação do núcleo. Sua atuação dentro e fora da estrutura incluem ainda direção e produção técnica, criação e atuação em performances e intervenções urbanas e literárias, montagem de exposições, elaboração de projetos, fomento de redes e provocação de caraminholas. Gosta de marcar reuniões no bar, onde as parcerias podem acontecer e se desdobrar sem filtro.

Colaboradores - Eduardo Cravo

Euardo Cravo é ator, dublador, produtor, graduado em artes cênicas pela CAL e atuante em diversas frentes da indústria  criativa. Participou ativamente do Brecha Labô entre 2009 e 2012, co-criando os espetáculos ‘O Que Você Gostaria Que Ficasse’, ‘Anticorpos’, diversas intervenções urbanas e o projeto de ocupação do núcleo em Brasília (BR-040: Práticas de Proximidade). Com trabalhos em teatro e cinema, tem extensa atuação reconhecida também como ator em publicidade (participando, entre outras, da premiada campanha de 2016 das Havaianas). Niteroiense, arrisca versos em rodas de improviso, sendo compositor-colaborador do novo álbum da banda brasiliense “O Feliz amor do Felino”. Desenvolve e coordena em caráter experimental a oficina “Vulnerabilidade do Ator”, parte da programação da mostra FRINGE do Festival de Curitiba 2018.

Contatos

Telefones

+55 (21) 9-9986-4194_ patrick sampaio

Email

contato@brecha.com.br

Redes Sociais

facebook.com/doBrecha
intagram.com/brechagram
vimeo.com/doBrecha
twitter.com/doBrecha

Skype

patricksampaio.brecha

Projetos Anticorpos

Anticorpos

Brecha

A evolução tecnológica caminha dez milhões de vezes mais rápido que a evolução biológica. Como esperar que o corpo humano, tão arcaico, tão orgânico, não se torne, então, superado? É em um futuro não muito distante que “ANTICORPOS” se desenvolve e conta a história de Anelise, uma melancólica embrulhadora de presentes de um antiquário futurista.
Perseguida por uma contínua sensação de não-pertencimento e desencaixe, Anelise guarda um segredo que a torna diferente das pessoas a sua volta, algo que pode ameaçar sua permanência no único lugar em que se sente em casa: em meio às antiguidades que embrulha.

HISTÓRICO

ANTICORPOS estreou em julho de 2013 no ESPAÇO SESC, Rio de Janeiro, ficando em cartaz por 1 mês, período em que foi visto por centenas de pessoas, tendo boa recepção de crítica e público.

Graças ao apoio do Governo Federal através da Lei de Incentivo à Cultura, otrabalho foi apresentada em caráter “work in progress” (trabalho em processo) nas cidades de Belém (CineTeatro do CCBEU), Fortaleza (Teatro Morro do Ouro – anexo do Teatro José de alencar), Natal (Teatro Alberto Maranhão), Recife (Teatro Capiba – Sesc Casa Amarela), Salvador (Teatro do Goethe Institut – ICBA) e Belo Horizonte (Galpão Cine Horto), realizando em cada uma delas diálogos de intercâmbio com outros grupos sobre a criação do espetáculo.

”A solidão dos personagens de ANTICORPOS, perdidos em meio a tanta evolução tecnológica, nos é apresentada numa fábula futurista de dramaturgia caleidoscópica e envolvente. Reconhecemos neles que se agarram em qualquer fiapo que remeta à sua condição humana nossas próprias contradições, sempre atravessadas pela ideia inexorável da morte, mas também por apelos à venda da eternidade.”

JÔ BILAC

“‘Anticorpos’ me tocou em mais de um sentido. Primeiramente o texto, os diálogos fluidos, orgânicos, que têm forte poder de comunicação com o espectador. A dramaturgia instiga tanto pela trama bem urdida, quanto pela temática de interesse comum, que reflete muitas das questões, paradigmas e paradoxos do nosso tempo histórico e filosófico. Os atores são inspiradores, eu como atriz aprendi muito naquela noite, especialmente com Lu Camy. Através deles enxergamos muitas coisas, vemos suas performances habilidosas, vemos o transcorrer da ação e as claras escolhas da encenação. Os atores operam como um prisma sutil de todo o trabalho. Achei tudo muito excitante, a peça certamente encontrará um público amplo em sua trajetória, que seja longa!”

ALESSANDRA COLASANTI

Ficha Técnica+

Direção e dramaturgia de
Patrick Sampaio
a partir do exercício de composição
“A Cadeira” de Lu Camy

Atuação e criação
Alonso Zerbinato, Eduardo Cravo, Lu Camy e Raquel Alvarenga

Assistência de direção e de dramaturgia
Alonso Zerbinato e Mayara Yamada
Cenário
Felipe Braga e Julia Braga
Figurino
Patricia Muniz
Iluminação
Alessandro Boschini
Projeções
Mariana Kaufman
Programação visual
Felipe Braga
Interlocução de roteiro
Bruno Mello e Mariana Kaufman
Pesquisa preliminar
Lu Camy e Raquel Alvarenga

Colaboração em pesquisa preliminar
Kamilla Oliveira e Livia de Bueno
Interlocução filosófica
Gabriela Serfaty
Pré-produção
Estefania Lima
Produção executiva
Aline Mohamad e Flora Genial
Direção de produção
Patrick Sampaio

Realização
BRECHA
Co-realização
PROJÉTEIS COOPERATIVA CARIOCA DE EMPREENDEDORES CULTURAIS