Oficina · palhaçaria Em breve

Salto do
Tropeço

A vulnerabilidade como forma de enfrentamento.

A proposta

Trabalhar a vulnerabilidade que a figura do palhaço carrega — dentro do jogo, como ponte e como força.

Experimentar, pela fisicalidade, a sensação de se deixar revelar diante dos problemas — vividos nos exercícios, não explicados.

Entender o jogo como possibilidade de se despir, de se aproximar e de enfrentar situações.

Entender a palhaçaria como uma ponte para se relacionar — com o espaço, as coisas, as causas, as pessoas — a partir de lógicas que não a da inteligência e do sucesso.

Aprender a ser contraditório, ridículo, falho — e gostar disso.

Pra quem é?

Maiores de 18 anos
que queiram saltar.

Profissionais da palhaçaria que queiram aprofundar a escuta e o risco.

Artistas da cena — atuação, performance, dança — em busca de presença e jogo.

Pessoas sem relação com a cena dispostas a se aventurar no próprio ridículo.

O que vou encontrar

  • + Jogo, presença e escuta como base de tudo.
  • + O fracasso e a falha como material de criação.
  • + A vulnerabilidade como ferramenta, não como fragilidade.

O que não vou encontrar

  • Foco em fazer nascer a sua palhaça ou o seu palhaço.
  • Uso obrigatório do nariz vermelho.
  • Foco na criação de números de palhaço.
Juliana Brisson

Quem ministra

Juliana Brisson

Atriz, palhaça e professora. Formou-se como palhaça no Programa Enfermaria do Riso (UNIRIO), referência na pesquisa entre palhaçaria, cuidado e hospital.

Atua como palhaça profissional pelo Instituto Roda de Palhaço, levando a palhaçaria a hospitais públicos do Rio de Janeiro.

Juliana Brisson conduzindo a oficina em sala, com participantes

A oficina, na prática

Carga horária

28 horas

Formato

Presencial

Turma

Em breve

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